Foi sem dúvida uma excelente ideia.
Sendo a cidade bastante grande, isto permitiu-nos localizarmo-nos numa zona completamente diferente e assim poder visitar outras coisas.
Ao pequeno-almoço tirámos uma foto de despedida com as eslovenas, com promessas de nos voltarmos a encontrar e convites de ambas as partes para passar uns dias nas respectivas terras-natais:

Depois pusemos as mochilas às costas e apanhámos o metro para uma zona bastante mais periférica da cidade, onde se encontrava o nossa nova pousada.
Metro, por sinal, muito maior e mais complexo que o de Lisboa.
Lá chegados, tivemos de subir uma vertente inclinada durante uns dolorosos 20 minutos pois o albergue era no topo de um monte.
Mas o sítio vale sem dúvida a pena. Está rodeado de arvoredo e tem uma bonita vista sobre a cidade:
uma esplanada para os hóspedes:
E o edifício em si, antigo mas conservado, é extremamente invulgar, principalmente os interiores, decorados com inspiração arábica, mais uma vez em tons de vermelho, a cor que predomina e simboliza esta cidade quente, tão quente que estava sempre a ir-me pôr debaixo do chuveiro ou de fontes na rua para me refrescar, encharcava propositadamente as roupas e vestia-las assim, deixando-as secar no corpo.
Ficámos hospedados num dormitório para 16 pessoas e nem uma menina no meio delas... Travámos conhecimento com um arquitecto português de 30 anos, de Lisboa, que vinha visitar a cidade pelo marco que é para os da sua profissão; e com um grupo de jovens skaters franceses, que vinham participar num evento e que eram patrocinados pela Vans.
E sendo o sítio tão acolhedor passámos a noite por ali, a ler na esplanada.

1 comentário:
em primeiro lugar cxonfirma-se k a dita menina n é mm nada bonita lool em segundo lugar és mm javardolas, passo a citar --> "encharcava propositadamente as roupas e vestia-las assim, deixando-as secar no corpo." fim de citação
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